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O Outono

Sempre que regresso à minha aldeia... Vila do touro !

…apanho uma bebedeira!

(Artur Esteves)

…são os vestígios da minha infância que regurgitam: os gritos e as correrias alegres e despreocupadas da minha meninice ecoam por entre os rochedos saudando-me, o cheiro a terra sulcada e campo deambula pelas ruas e quelhos repletos de rostos e animais, os aromas e fragrâncias das lidas domésticas, dos cozinhados à lareira e dos enchidos serpenteiam pelo ar, o repicar vigoroso dos sinos da igreja repousa momentaneamente perdido pelos “chões”, os semblantes vincados pela caminhada da vida vagueiam cúmplices nas azáfamas e labutas diárias, autênticos regozijos para a alma desta(s) gente(s)…a minha gente… a minha identidade!

(Cristina Martins)

…sinto-me a rejuvenescer com os ares puros e paisagens nela existentes.

(José João Fernandes)

…mon coeur bat encore plus fort !!!!!

(Nathalie Pinto)

…é uma emoção única, voltar às origens, "sentir" a presença de nossos antepassados, enfim, voltar ao início da própria história.

(Lídia Marques)

… tenho sentimentos de saudade de certos momentos passados na nossa aldeia, juntamente com amigos(as) que trazemos sempre no coração...

(Norberto da Costa)

…sinto o calor do inverno frio, o significado puro da amizade de há muitos anos, a sabedoria nos rostos daqueles que há décadas passeiam pelas ruas... Sinto as preocupações ficarem para trás, o ar puro que me enche os pulmões, sinto o passado, o presente e o futuro.

(Hélder Ascensão)

…que é no universo só mais um grão de areia, mas um grão que nos envolve numa teia que se torna no que o coração mais anseia. Essa teia de felicidade, é um escape da realidade, um fruto da árvore da vida dos meus antepassados, de uma infância perdida, e mesmo a ter de chegar ao almoço e partir à ceia, nunca deixarei de amar a minha aldeia!

(Joana Vicente)

…sinto que nunca mais será a mesma no dia em que decidirmos partir para não mais voltar...nesse dia ela ficará mais pobre mas, cheia das lembrança inocentes do passado...e da saudade dos que já partiram...Exprimir por palavras a emoção de cada regresso não fará com certeza justiça ao que sinto...sou feliz sempre que regresso…

(Ju Nabais)

…j´adore le climat et les magnifiques coucher de soleil, l´ambiance aussi, ou j ai passée mes meilleures vacances. Je transmet ces valeurs à mes enfants, ma fille et mon mari aiment ce petit village. Un seul mot à dire: saudades da VDT.

(Catarina Simão)

…olha não sei… perco a noção do tempo, e faz-me sentir que ainda há pessoas e sítios em que vala a pena estar, para claro...apanhar uma bebedeira uhuhuhuhuhuh, é ou não é?

(Ricardo Carreto)

…sinto o sangue a correr nas veias, a tempo todo, sinto que respiro mais fundo, o coração bate mais depressa e forte, mato as saudades da família e dos amigos de longa data, que sempre sinto, afogo as minhas mágoas, procuro reviver o passado e perspetivar o futuro, enfim, vivo !!! Sinto-me feliz!!!

(José Novo)

…lembro o cheiro da minha infância e recordo todos os sons e lembranças desses verdes anos, em que a felicidade passava por brincar alegremente com os meus primos e voltar a casa, para a mesa comprida e cheia de gente da casa dos meus avós. Nunca havia silêncio, as gerações entrecruzavam-se e a alegria era uma constante. Que saudade!

(Maria Simão)

…sinto a vida mais do que em qualquer lugar do mundo!

(Lyyn Curral)

…vejo menos gente, infelizmente!!!

(Rui Firmino)

…sinto uma sensação indescritível de paz e bem-estar, é como sentir que tudo nos é familiar, desde as pessoas aos animais, das casas às propriedades, da igreja ás várias capelinhas, do que resta do castelo aos barrocos, do cemitério onde abundam muitos dos nossos antepassados, às pequenas coisas que significam tanto, para quem, a minha aldeia não tendo sido o meu berço, a adoptei de alma e coração. Ir à Vila do Touro, é como uma terapia contra o stress que a vida na cidade me provoca. Sempre que regresso à minha aldeia...

(António Simão das Neves)

…sinto algo único impossível de descrever. Saio à rua, em busca de realização, no silêncio da natureza que a VDT me dá, construo 1001 projectos na minha mente. É como passar a viver dentro daquele ambiente sonhado. Tudo é mágico e o que mais quero é continuar ali. Os anos vão passando mas nunca esqueço esta terra perfeita que é a minha aldeia. Vou querer voltar sempre à minha aldeia, para sentir o seu cheiro, o ar puro, a vida, o céu... E sou feliz cada vez que volto! Vila do Touro, um até já!

(Daniela da Costa)

…regresso às minhas origens, regresso à aldeia que me viu crescer... É muito bom sentir o carinho de todas as pessoas, é muito bom ser recebida da melhor maneira possível... É muito bom recordar qualquer momento vivido lá... É bom recordar cada Natal passado na melhor companhia, sentir o calor do madeiro... Todos os momentos são inesquecíveis! Obrigado VDT por me teres proporcionado grande parte dos momentos da minha vida.

(Sofia Tomé)

...é com muita alegria e amor que recordo todos os bons momentos que lá passei, essa aldeia viu-me crescer e nela vivem e repousam as pessoas que mais amo...1500 km nos separam, mas esse cantinho de paraíso está sempre no meu coração. Não há mais nada a dizer, a minha aldeia e a melhor do mundo, e nunca esquecerei tudo o que la vivi...

(Sofia Gomes)

… é voltar à aldeia maravilhosa, onde conheci as minhas origens, meus familiares, onde estimei cada canto da Vila do Touro. Um sonho, sempre, o mesmo sonho: Voltar a Vila do Touro, que apesar de eu não ter lá nascido, a considero como minha também. Amo-te aldeia mais linda do meu coração!

(Elisabeth do Céu Marques)

…à minha aldeia! Pois sim, a aldeia foi minha por uns tempos! Fui tantas vezes lá, sempre me senti em casa, parte de mim está de coração na VDT, e a todos os que partilharam bons momentos e me acolheram, eu agradeço do fundo do coração! Até breve.

(José Aguiar)

…fico logo na chegada com saudades de não poder estar mais vezes e mais tempo…VDT é aquela aldeia perdida na Beira, da qual sinto muita falta…Sempre que posso, lá vou eu. É a melhor aldeia, é nossa, sinto-me muito bem lá… Só quem não conhece é que não sabe…é tudo bom, nem sei o que dizer !!! “VDT para sempre”.

(Jorge Tomás)

…refresco a minha mente, fazendo a catarse da "poluição" acumulada ao longo do ano. Recarrego baterias e delicio-me junto do rosmaninho, no meio dos "barrocos" e com o cantar alegre dos passarinhos, que, felizmente, parecem estar a voltar em força, como que a convidar-nos para, também nós, regressarmos ao campo e rejuvenescermos a nossa terra.

(Octávio Carreto)

…sinto-me feliz por ter sido adoptada por essa malta sempre bem-disposta! Gosto de continuar conversas como se tivéssemos estado juntos na véspera. Tenho lá uns amigos de grande valor, que me fazem sentir como se tivesse nascido nessa linda terra. A VDT tem um lugar bem especial no meu coração, e não só por ter casado com um dos seus melhores representantes.

(Sandra dos Prazeres)

…d'abord, je sens mes larmes qui montent des que je l'aperçois. Puis je respire son odeur car elle lui appartient. Ensuite j'espere beaucoup revoir toutes les personnes qui son chéres à mon coeur.

(Brigitte Curral Achibane)

…lembro-me das brincadeiras nos barrocos do castelo, dos bailaricos improvisados, do reduto cheio de gente, novos e velhos, do chiar dos carros das vacas, dos guizos dos animais, das ruas e casas cheias de pessoas sempre numa azáfama a ir para os “chões tratar o renovo, era uma aldeia cheia de vida. Hoje impera o vazio o silêncio de tudo e de todos... mas é uma emoção cada dia que volto pelos que estão e pelos que já partiram, é como uma lufada de ar fresco, o retemperar energia, por isso vou voltar, voltar voltar ...

(Lucília Matos)

…regresso ao meu passado, às minhas origens, é um sentimento de paz e de conforto que nos preenche a alma. É chegar a casa, é estar bem...

(Kimanel)

…regresso à “terriola” que um dia me viu nascer, é o reviver as recordações do passado e os magníficos “congestionamentos “ de animais e pessoas saudáveis e felizes de outros tempos. Gosto de regressar, pois ajuda-me a “abalar” novamente para o meu dia-a-dia, sempre com a nostalgia presa a mim e com a vontade de regressar e voltar a ver aqueles rostos marcados pelos tempos, e o ao mesmo tempo, sorrisos mil, que nos transmitem confiança e alegria – os dos nossos entes queridos! Regresso, nem que seja só na imaginação, mas o meu coração, esse, está sempre presente… Para o comum dos cidadãos poderá não ter muita importância, para mim é e será sempre a “terriola” mais bonita de Portugal e arredores… muito latos! Família, amigos e conterrâneos, é uma mera opinião de quem gostaria de ver esta aldeia cheia de pessoas e calor humano.

(Luís Simão)

…sinto-me como uma presa das recordações. Posso correr mundo, admirar paisagens magníficas,  cruzar muitos rostos incógnitos,  visitar igrejas e catedrais, nada consegue reter o meu olhar admirativo como... cada vez que regresso à minha aldeia. Tenho por vezes a impressão de andar perdido como se o sol, as estrelas, o luar não fossem os mesmos como...cada vez que regresso à minha aldeia. A cada casa posso dar um nome e onde cada casa me chama pelo meu nome. Casas cansadas onde os muros de pedra parecem contar-me de repente histórias silenciosas, histórias minhas de mim, do meu próprio passado"...

(Nelito)

…recordo todas as férias que passei com a minha família e os meus amigos. Na Vila descobri a liberdade, que a amizade com distância era possível. À VDT, minha terra, gosto de regressar e estou muito orgulhosa de mostrar essa minha aldeia à minha filha, espero que ela também venha a ter recordações como as minhas.

(Elisabeth Janela)

…sei que vou matar saudades do vento que me gela a cara, dos aromas da lenha queimada à beira da lareira, da terra regada, dos lameiros, do feno, da uva colhida, das filhoses e do bolo pardo em véspera de festa, matar saudades das visões da minha infância a correr nos barrocos e no meio do sincelo, do burburinho ouvido em quase todas as casas e matar saudades dos que nos amam, os que lá deixámos. As tradições já não são o que eram, mas o que sinto cada vez que volto à minha aldeia, sim, isso é que fez, faz e fará sempre, uma parte de mim. (Lisete Lajes)

…(como penetra por afinidade), logo me oferecem que beber. Batem leve, levemente, como quem chama por mim. Será sagres? Será superbock? Mini é certamente, porque a água não bate assim.

(Miguel Weber)

…é como se o tempo tivesse um tempo diferente. Para quem como eu, que não sou propriamente uma filha desta terra, mas que ali viveu os seus primeiros anos de adolescência impregnados de toda a magia e controvérsia própria desta fase da vida, esta aldeia marcar-me-á sempre por recordações que ficarão gravadas na minha memória.  São vivências, são pessoas, são locais, são emoções, são um sem número de sentimentos que nos fazem a todos, regressar sempre à nossa aldeia... talvez à procura de um passado, ou simplesmente à procura de algo que nos faça reviver...

(Cristina simões)

... sinto o aroma da terra e a musicalidade do silêncio, sinto a nostalgia das pedras e dos recantos e segredos que elas escondem... Reavivem-me as saudades e os encantos.  Enfim... reconheço-me e encontro-me porque, apesar de tudo, é a minha terra!

(Mónica Carvalheira)

…subo a barreira de carvalho, passo pela casa do nosso Manuel Inácio, que acabou de ordenhar as vacas, e dou-lhe uma boleia acima. Ainda há uns a entornar tintos, no café do Ti Joaquim Carvalho, a Ti Maria já fechou a loja. Lá em cima, o Quim Novo também deverá estar aberto, com a malta nova. Há vacas torinas ao monte no bebedouro, e burros a esponjar-se no chão do reduto, as corujas começam a ditar a noite na carreira, e as chaminés esfumaçam para o céu, fundindo-se com as nuvens alumiadas pela lua cheia. Mais tarde, a equipa pega numa grade de minis, e lá vamos para São Gens. Contamos as estrelas, rimos como perdidos, sonhamos sem dormir naquela floresta de pedras! Isto é apenas um quinhão do que o meu coração recorda, sempre que regresso à minha aldeia. E regressarei sempre… E sei que todos irão regressar…

(Mila)

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